Aviso: Esta tradução não está relacionada com o Projeto de Documentação do Linux LDP) que no Brasil é representada pela LDP-BR em <http://www.dca.fee.unicamp.br/~malheiro/linux/LDP-br.html>, este material é uma tradução técnica e básica somente para auxiliar os colegas com a leitura em português.
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Este documento descreve como instalar e usar um cliente para um sistema de backups ADSM comercial no Linux/i386.
1. Introdução
ADSM é um sistema de backupr network-basico, vendido pela IBM, sendo usado em muitas organizações. Há clientes para uma variedade grande de sistemas (diferentes marcas de UNIX, Windows, Novell, Mac, Windows NT). Infelizmente, na escrita desde documento, não havia uma versão para o Linux.
Você terá que usar o SCO binário, e instalar o iBCS2-emulator para rodar o ADSM. Esta descrição é para o ADSM v2r1.
Na escrita deste documento, eu estou só atento há uma versão que trabalhe com a versão Linux i386.
2. Instalando o módulo de iBCS
O iBCS2 módulo está disponível em ftp://tsx-11.mit.edu/pub/linux/BETA/ibcs2. Se você está rodando o kernel versão 1.2.13, adquira o ibcs-1.2-950721.tar.gz, descompacte-o e aplica os patches ibcs-1.2-950808.patch1 e ibcs-1.2-950828.patch2. Você pode então digitar "make" e instalar o modulo iBCS com o "insmod".
Para uma 2.0 versão do kernel, adquira o ibcs-2.0-960610.tar.gz, descompacte-o em um lugar satisfatório, chdir neste diretório, e aplique o seguinte patch:
--- iBCSemul/ipc.c.orig Wed Jan 15 21:32:15 1997
+++ iBCSemul/ipc.c Wed Jan 15 21:32:31 1997
@@ -212,7 +212,7 @@
switch (command) {
case U_SEMCTL:
cmd = ibcs_sem_trans(arg3);
- arg4 = (union semun *)get_syscall_parameter (regs, 4);
+ arg4 = (union semun *)(((unsigned long *) regs->esp) + (5));
is_p = (struct ibcs_semid_ds *)get_fs_long(arg4->buf);
#ifdef IBCS_TRACE
if ((ibcs_trace & TRACE_API) || ibcs_func_p->trace)
Então, copie o CONFIG.i386 para CONFIG, e digite make.Se você já o não tem, crie os arquivos de dispositivo precisos para executar
# cd /dev # ln -s null XOR # ln -s null X0R # mknod socksys c 30 0 # mknod spx c 30 13. Instalando o cliente ADSM
O SCO binário têm três arquivos tar, ou discos. Mude para o diretório do root, fixe o seu umask de acordo com suas políticas, e os descompacte-o lá (como root). Em seu Diretório /tmp, você vai encontrar um script de instalação; execute ele. Você terá que editar na mão o /usr/adsm/dsm.sys então e o /usr/adsm/dsm.opt. Em dsm.sys, estas são as linhas importantes para editar:
Servername
O nome do servidor
TCPServeraddress
O nome completamente qualificado do seu servidor
NODename
Seu próprio hostname
Em dsm.opt, você terá que especificar
Server
Como o anterior
Followsymbolic
Wether ou não seguir vínculos simbólicos (não é uma boa idéia, em
geral)
SUbdir
Wether para back up de subdiretórioss (você normalmente irá querer)
domain
Os sistemas de arquivo para back up
Você terá que criar um /etc/mnttab SCO-compatível em seu /etc/fstab. Você pode usar o seguinte script Perl, fstab2mnttab, para isto.
______________________________________________________________________
#!/usr/bin/perl
$mnttab_struct = "a32 a32 I L";
open(MTAB, "/etc/mtab") || die "Cannot open /etc/mtab: $!\n";
open(MNTTAB, ">/etc/mnttab") || die "Cannot open /etc/mnttab: $!\n";
while(<MTAB>) {
next if /pid/;
chop;
/^(\S*)\s(\S*)\s(\S*)\s.*$/;
$device = $1;
$mountpt = $2;
$fstype = $3;
if($fstype ne "nfs" && $fstype ne "proc") {
$mnttab_rec =
pack($mnttab_struct, $device, $mountpt, 0x9d2f, time());
syswrite(MNTTAB, $mnttab_rec, 72);
print "Made entry for: $device $mountpt $fstype\n";
}
}
close(MNTTAB);
exit 0;
______________________________________________________________________
Você não precisa instalar qualquer bibliotecas compartilhadas para estes clientes; tudo é unido estaticamente.
4. Rodando o cliente
Há dois clientes, dsm, um que é uma interface X11, e o dsmc, uma interface de linha de comando. Seu centro de computação lhe contará como rodar. Algum script de startup de boot, por exemplo
dsmc schedule -quiet 2>&1 >/dev/null &provavelmente isto será requerido.
5. Problemas conhecidos
Infelizmente, o SCO só pode se tratar de hostnames que não seja mais longo que oito caracter. Se seu hostname é mais longo, ou completamente qualificado, você pode precisar especificar seu hostname no NODename no arquivo em /usr/adsm/dsm.sys.
Se você usa a variável DISPLAY, você terá que especificar completamente o nome do host qualificado (i.e. DISPLAY=host.full.do.main:0 em vez de DISPLAY=host:0).
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