Mini-Howto Aprendendo um pouco mais sobre o Linux
Bruno Henrique Collovini,  buick@microlink.com.br
V0.2, 12 de Janeiro de 1998.


1. (C)opyright 1997

Bruno Henrique Collovini. Não modifique sem alterar o registro,
distribua livremente mas mantenha esta mensagem  protegida  por
direitos autorais.

1.2. Agradecimentos e pedidos para ajuda.

Gostaria de agradecer a alguns amigos ao qual sempre  estiveram
a minha volta e que me proporcionaram a  este sistema  incrivel
que é o Linux, agradeço tambem aos colegas que sempre estiveram
prontos a me auxiliar. E não poderia deixar de agradecer  a uma
pessoa  que  sempre esteve  ao meu  lado  em  todas  as  minhas
dificuldades e mostrando o valor da dignidade a toda hora o meu
pai. Obrigado por tudo.

Este documento nunca terá um fim, por favor envie-me e-mail com
seus problemas e dúvidas, para  que eu possa  aperfeiçoar  este
Mini-Howto.

2. Introdução.

O que isto pretende ser.

Este  Mini-Howto  buscará  auxiliar-lo  em  alguns ensinamentos
básicos de como melhor utilizar o seu Linux, caso,  você  ainda
não o tenha instalado é tambem uma fonte inicial  de como  você
pode instalar harmonicamente com outros sistemas operacionais.
Em todo os momentos estou considerenado que você seja o "Senhor
do seu Sistema" (root).

3. Bom Dia, Seja Bem Vindo ao Linux.

Você ainda não instalou o Linux??? Porque??? Só tem um HD e ele
está preenchido por um único sistema operacional (seja  ele  um
Windows NT, Windows 95, DOS, OS/2), não tem problema!  O  Linux
vem com um programa capaz de reparticionar um HD desde que este
tenha algum espaço livre. ;)

3.1. Pacotes de Instalações

Existe vários pacotes de instalações, em todo este material vou
sempre referir-me ao SlackWare (os  mais  conhecido  alem deste
são o Red Hat e o Debian).

Em <http://www.microlink.com.br/~buick/dragons/suporte.html>  apresento
as diferenças básicas em todos os pacotes.

3.2. Fips a salvação

O Fips  é um programinha  feito  para pessoas que  têm HD's  já
dentro de uma plantaforma e desejam reparticionar  o  mesmo  em
mais uma partição para instalar o Linux, ao invés, de apagar  o
HD e começar do zero.

Em todos os pacotes do SlackWare no primeiro CD ele encontra-se
no diretório (/install/fips), dentro  do  diretório  (/install)
existe outro programa muito importante (rawrite) que  em  breve
iremos falar sobre ele.

Você deve seguir os seguintes passos para reparticionar  o  seu
HD.

1o: Copie o arquivo fips.exe (dentro de /install/fips)  para  o
seu HD.

2o: Crie um disquete de boot do seu sistema e  copie  tambem  o
arquivo restorrb.exe (dentro de /install/fips). é  somente  uma
preocaução, caso tenha  saido tudo  errado e você queira voltar
para o seu sistema ;)

3o: Caso você esteja rodando o windows 3.x ou 95, saia dele, no
caso do windows 95 prefira dar um boot e reiniciar o computador
no modo ms-dos.

4o: Ok, agora chame o fips ele apresentará um aviso,  pressione
qualquer  tecla  e  ele  apresentará  uma  tabela  do seu HD e
perguntará em qual das partições existente em seu sistema você
deseja reparticionar, normalmente  você só  terá uma  ou  duas
partições e a partição desejada no nosso caso será a primeira,
então vá em frente digite "1".

5o: Depois de confirmada a opção  ele  irá  perguntar  se  vocÊ
deseja  fazer  copia  de  segurança  de  sua  tabela do sistema,
aconselho fazer (será preciso de dois disquetes).  Em  todas as
instalações que eu fiz nunca precisei pois não ocorreram erros,
no entanto por via das dúvidas fazer backup é um ato sadio. ;)

6o: O Fips irá lhe perguntar se o espaço livre você irá  querer
para a nova partição, eu prefiro dizer não nesta opção e  assim
ir definindo a partição ao meu gosto usando as teclas UP e Down
do teclado (tenha ao menos um espaço de  300Mb  para  o  Linux,
embora ele seja instalado em partições menores, o espaço  ideal
para tudo é 300Mb). Para continuar pressione a tecla ENTER e se
a nova tabela do HD concidir com o que você quer,  pressione  a
tecla "C", caso contrário redefine a tabela pressionando "R".

7o: O fips fará todo o seu processo automaticamente e ao  final
você pode sair dele, dar o reboot no  sistema  e  certificar-se
que o seu sistema esteja rodando corretamente.  Caso  contrário
pode recuperar usando aquele disquete de boot que você criou  e
os backups rode o "restorrb.exe".

3.3 Criando os disquetes de Boot

O Linux  precisa de  dois disquetes para  dar o boot no sistema
pela primeira vez que são o disquete  de  boot (bootdisk)  e  o
disquete de root (rootdisk), dentro do CD você encontrará ambos
diretórios.

1o: Vá no bootdsks.144 (se o disquete  de boot  for  1.44, caso
contrário, se for  1.22 vá no  diretório  bootdsks.122),  neste
diretório  encontramos  alguns  boots  escolha um  que  mais se
assemelha no momento  com o seu  sistema, ou  seja,  precisamos
reconhecer pelo menos o HD e o CD-ROM dentro do Linux.
No arquivo readme.txt dentro deste diretório mostra uma  tabela
contendo as diferencas dos arquivos. Leia com calma.

Se o CD-ROM for ligado diretamente a  placa  mãe  do  seu micro
procure um com caracteristicas  de bare ou  abare,  caso,  seja
ligada a sua placa de som procure com caracteristicas de  sound
blaster, se o seu caso é de um CD-ROM ligado  a uma  placa SCSI
opte pelo scsi.

2o: Como criar o disquete do boot, lembra-se do  rawrite?  Aqui
usaremos ele,  normalmente  existe uma copia do  rawrite dentro
destes diretório (caso contrario utilize do diretório /install)
portanto basta ir no prompt do dos, ir no diretório de boot  no
caso bootdsks.144 e digitar "rawrite" ele ira perguntar  qual o
arquivo que você deseja. Você já se decidiu anteriormente, ne?
Veja um exemplo:

Suponha que eu quero um boot para HD IDE e CD-ROM SCSI eu optei
pelo arquivo "scsi.i", então basta eu rodar o rawrite no prompt
DOS deste modo:
_______________________________________________________________
C:\windows.95>cd G:
G:\> cd \bootdsks.144
G:\bootdsks.144\>rawrite (ou G:\install\rawrite)
Enter disk image source file name: scsi.i
Enter target diskett drive: a:\
Please insert a formatted disk into drive A: and press -ENTER-:
_______________________________________________________________

...e esperar ele criar o disquete, aguarde alguns minutos :)

3o: Agora teremos que criar o disquete de rootdisk, bastando ir
no diretório rootdsks, normalmente é sempre utilizado o arquivo
color.gz, existe algumas raras execeções que se encontram neste
diretório. Deve ser usado o mesmo procedimento do anterior.

3.4. O grande momento, a instalação do Linux

Ok, já temos uma partição (seja ela  criada  pelo fips  ou  uma
partição vazia que sirvirá para o Linux), já temos os disquetes
de boot do Linux, o cd de instalação do Linux já está no CD.
Então vamos em frente!

1: Coloque o disquete de boot e de um reboot em sua máquina,  o
disquete será inicializado (caso o setup do seu micro não  seja
definido para dar boot primeiro no A: e depois no  C:,  procure
certifique-se que se encontra nesta ordem em seu setup,  quando
inicia-se o micro para ir no setup normalmente e a tecla "DEL")
ele apresentará  um prompt  ":"  para  que  você  anexar outros
no momento nao me interessa estes comandos, vá em frente  tecle
a tecla ENTER.

2: Verifique na tela, certifique-se que ele reconheceu ao menos
o seu HD e CD-ROM, ele pedira o disquete de imagem,  coloque  o
2o disquete (o rootdisk)

3: O sistema deverá entrar e após um texto explicativo ele pede
para entrar com o Root.

3.4.1 Preparação da partição para o setup do Linux.

3.4.1.a Criando as partições para o nosso sistema.

Se você tem 16Mb somente de memória RAM é  bom  ter, ao  menos,
mas 16Mb de  memória  de Swap,  assim o Linux  reconheceria que
você tem 32Mb de memória ou mais, dependendo de quanto você tem
de memória RAM e de Swap, normalmente eu coloco somente 32Mb de
Swap. Neste momento vou considerar que temos uma HD de 1.5Mb  e
que queremos três partições a nossa do DOS(1.0Gb), a do Linux (
500Mb) e do Swap (16Mb).

Rapidinha: O Linux reconhece os hd's por letras e partições  de
um mesmo  hd  por números,  assim  caso você tenha dois  HD's o
primeiro é o hda e o segundo hdb, veja a terceira  partição  do
primeiro HD seria hda3. Isto é no caso de HD's IDE, se o seu HD
é SCSI a referência seria em relação a primeira partição do seu
primeiro HD SCSI será sda1.

Agora chame o fdisk  com o device correspondente ao seu HD,  ou
seja,  se o HD  for scsi,  digite: fdisk /dev/sda.  Se  for ide
digite fdisk /dev/hda
_______________________________________________________________
#> fdisk /dev/hda
Command (m for help):
Vamos visualizar como esta a nossas partições neste hd,
portanto digite "p"
Command (m for help): p

Disk /dev/hda: 32 heads, 63 sectors, 1024 cylinders
Units = cylinders of 1024 * 512 bytes

 Device    Boot Begin  Start  End   Blocks   Id  System
/dev/hda1   *     1       1    49  1048576   06 DOS 16-bit>=32M
/dev/hda2         50     50  1024   528384   06 DOS 16-bit>=32M
Command (m for help):
_______________________________________________________________

Bom queremos  criar duas  partições a do Swap e do Linux em si,
veja que a segunda partição será a nossa candidata (no caso  de
você ter já reservado uma segunda partição para o Linux ou  ter
usado o fips anteriormente).

Primeiro teremos que remover esta partição usando o comando "d"
Command (m for help): d
Partition number (1-4): 2

Agora iremos criar as duas partições,

Primeira a do Linux

Command (m for help): n
Command action
   e   extended
   p   primary partition (1-4) p
Partition number (1-4):  2
First Cylinder (50-1024): 50
Last cylinder or +size or +sizeM or +sizeK(50-1024): +500M

Agora iremos criar a partição de Swap

Command (m for help): n
Command action
   e   extended
   p   primary partition (1-4) p
Partition number (1-4):  2
First Cylinder (1020-1024): 1020
Last cylinder or +size or +sizeM or +sizeK(50-1024): +16M

Agora temos que dizer ao Linux  para mudar a  tabela para Swap,
já que ele criou como se fosse uma partição comum do Linux.
Command (m for help): t
Partition number (1-4):  3
Hex code (type L to list codes): l

0 Empty           40 Venix 80286    93 Amoeba
1 DOS 12-bit FAT  51 Novell?        94 Amoeba BBT
2 XENIX root      52 Microport      a5 BSD/386
3 XENIX usr       63 GNU HURD       b7 BSDI fs
4 DOS 16-bit <32M 64 Novell Netware b8 BSDI swap
5 Extended        65 Novell Netware c7 Syrinx
6 DOS 16-bit >=32 64 Novell Netware db CP/M
7 OS/2 HPFS       75 PC/IX          e1 DOS access
8 AIX             80 Old MINIX      e3 DOS R/O
9 AIX bootable    81 Linux/MINIX    f2 DOS secondary
a OS/2 Boot Manag 82 Linux swap     ff BBT

Hex code (type L to list codes): 82
Command (m for help):

Agora visualizaremos as nossas partições:
Command (m for help): p

Disk /dev/hda: 32 heads, 63 sectors, 1024 cylinders
Units = cylinders of 1024 * 512 bytes

   Device Boot Begin Start  End  Blocks  Id  System
/dev/hda1   *      1    1    49 1048576  06  DOS 16-bit>=32M
/dev/hda2         50   50  1020  512000  82  Linux native
/dev/hda2       1020 1020  1024   16384  83  Linux swap
Command (m for help):

Ok, tudo como queriamos??? Então basta salvar os  dados como  o
comando "w"
Command (m for help):w
_______________________________________________________________


3.4.1.b Habilitando o Swap

É muito importante habilitar o Swap desde do ínicio para que na
hora da instalação do sistema ele possa trabalhar  rapidamente.
Basta executar as seguintes linhas de comando.
___________________________________________________
mkswap -c /dev/hda3  16384
swapon /dev/hda3
___________________________________________________

Na primeira linha criamos o Swap dentro da terceira partição  e
desta usamos todo o espaço (16Mb), a segunda linha  habilita  o
Swap. Simples n&Aelig;o?

3.4.1.c Instalando

Agora basta chamar o setup e optar pela instalações atráves  de
pacotes. Assim você optará através de 'menus'. Caso
seja a sua primeira instalação do Linux, aconselho a marcar todos
os pacotes (A,AP,D,E,N,K,TCL,X,XAP). Aos poucos você compreenderá os
pacotes que estará instalado. Boa Sorte.

------Desculpe-me falta termina-lo -----------

4. Comandos básicos

O Linux como todo  Unix diferesse do ambiente DOS  devido a sua
grande  capacidade de  processamento,  os comandos de  trabalho
como  copia,  deletar,  ir  para diretório  difere um  pouco do
ambiente DOS,  mas nada que alguns  horas utilizando  o sistema
não possa resolver, os caracteres especias como "?", "|"  e "*"
que acredito  que  você  já esta  habituado no  DOS  vieram  de
ambientes como o Unix e portanto são idênticos em ambos.

Os comandos do Linux são  semelhantes a  outros sistemas  UNIX,
portanto busque  algum livro de  ambiente Unix que  os comandos
serão identicos, em caso de diferenças leia as páginas  do  man
do Linux em relação ao comando que você tem dúvida.
Ex: $> man ls

Observação: Como  todo  sistema  Unix o  Linux  sente diferença
entre  letras  maiúsculas  e  minúsculas,  veja,  que  todos os
comandos do  Linux  são  em  minúsculas  (e  normalmente  todos
diretórios), portanto, um arquivo "abcd" é diferente de  "Abcd"
que difere do arquivo "ABCD".

O prompt do sistema quando você está como root é "#>"  e de  um
usuário comum é "$>", neste Mini  HowTo não estarei  preocupado
se  você  encontra-se  como  usuário  comum  ou  como  root, já
que acredito que você estará sempre usando como root.

Lembre-se que no cotidiano você  deve evitar de utilizar o root
para não ocorrer danos em  seu sistemas por erros,  e evite  de
criar um outro usuários com os mesmos poderes do root.

Em quanto no sistema  DOS temos o habito de mudar  os atributos
somente para Leitura(r), Esconder(h), especifico do sistema(s),
backup(a)  com  o  comando "attrib",   no  ambiente  Linux  nós
preocupamos se o programa é lido por nos, por um grupo ao  qual
nos pertecemos, ou por todos, a mesma coisa esta relacionada  a
escritura  neste  arquivo ou  sua execução,  ou seja  o arquivo
"abcd"  pode  ter os  seguintes  atributos "RWXR-X--X"  onde  o
primeiro "trio" refere-se aos propriadas ao qual podemos  fazer
neste arquivo como dono, o segundo "trio" ao grupo ao qual  nos
pertecemos e o último "trio" a todos do sistema.

Estes atributos são alterados como o comando ''chmod'' seguidos
com as necessidades ao qual queremos que o arquivo se comporte.
Ou seja, se queremos que o arquivo ''abcd'' tenha os  atributos
acima, bastaria-mos usar o seguinte comando  ''chmod 751 abcd''
onde Leitura vale (4), Escrita  vale (2) e  execução vale (1) e
então:
7=4+2+1
5=4+1
1= 1 ;)
Entendeu???  Obviamente tem  uma maneira  mais  fácil  de fazer
isto,  mas antes  vamos a  uma explicação  mais completa, vamos
supor que fizemos uma listagem do nosso sistema. (veja ls)

  atributos    dono     grupo     tamanho  data   hora  nome
-------------------------------------------------------------
drwxr-xr-x   2 root     WWW          1024 Dec 31 00:00 www
drwxr-xr-x   2 root     ftp          1024 Dec 31 00:00 ftp
drwxr-xr-x   2 root     users        1024 Dec 31 00:51 home
drwxr-x---   2 root     jogos        1024 Dec 31 01:51 jogos
drwxr-xr-x   2 root     visitantes   1024 Dec 31 02:51 visitas
-rw-rw-r--   1 jo       users        4048 Jan 01 03:12 teste1
-rw-rw-rw-   1 maria    visitantes   8056 Jan 01 05:15 teste2

No exemplo acima todos os diretórios tem como dono o root. Como
eu sei? Veja a primeira letrinha "d" indica que é um diretório,
e quem criou foi o root repare em quem é o dono.

Os grupos  diferem,  veja que temos os  seguintes  grupos neste
caso (WWW,ftp,users,jogos,visitantes). O nosso interesse aqui é
falar sobre o chmod e atributos dos arquivos  não iremos  falar
sobre grupos e nem sobre donos, no entanto, para voce saber  os
grupos e donos de arquivos podem ser mudados usando os comandos
(chgrp e chown, use o amigo 'man' de todo o dia).

Como  vemos do  lado esquerdo  de cada  arquivo  e/ou diretório
existe uma  série de letras r, w, x ou d!

drwxr-xr-x   2 root     WWW          1024 Dec 31 00:00 www
0421401401

No caso acima, a primeira coluna significa (número 0) se o nome
listado eh um diretorio ou nao, caso nao seja um diretorio  ele
será exibido da seguinte maneira:

-rw-rw-r--   1 jo       users        4048 Jan 01 03:12 teste1

Veja o caso do arquivo acima

-rw-rw-r--   1 jo       users        4048 Jan 01 03:12 teste1
    |||
    ||\-----> O grupo users e não pode executar o arquivo!
    |\------> O grupo users pode gravar no arquivo!
    \-------> O grupo users pode ler o arquivo!

Reparamos então que qualquer usuário que pertence a este  grupo
(users) poderia alterar este arquivo, repare que  o usuário  de
outro grupo como a "maria"(grupo visitantes )não tem este poder
pois nao pertence ao grupo users, a não ser que ela pertença  a
dois ou mais grupos simultaneamentes. Isto ‚ poss¡vel. Mas a "maria" pode
ao menos ler o arquivo repare que ainda existe um "r" que permite que outras
pessoas possam ler os arquivos.

Bom agora queremos mudar alguns atributos, lembra-se de como os
alterar???
Soma de Números para atributos pertinente ao usuário, grupo e a
soma de outros, não consegue decorar???  Então vamos a um outro
modo de usar o chmod ;)

chmod [ugoa]{-+}[rwx] nome_do_arquivo_ou_diretorio

Exemplo:
Para mudar o atributo do arquivo teste1 que se encontra com  os
seguintes atributos "-rw-rw-r--" para "-rw-r--r--", basta  usar
"chmod g-w teste1", ou seja, diminuimos o atributo de escrita para o
grupo (Grupo).

E agora queremos colocar escrita para outros usuários (Outros), devemos
usar "chmod o+w teste1" e os atributos ficariam "-rw-r--r-w".

Agora queremos tirar todos (All) os atributos de leitura,  temos  que
usar "chmod a-r teste1" e os atributos ficariam "--w-----w".

Bom queremos colocar devolta os atributos de leitura  e escrita
para todos, então usaremos: "chmod a+rw teste1". Entendeu?
u - usuário dono do arquivo
g - grupo ao qual o usuário pertence
o - outros grupos
a - todos. ;)

Lembre-se: Que só podemos mudar os atributos se estivermos como
Root, o usuário  comum  só pode  definir  os atributos,  caso o
arquivo seja pertinente a ele, ou seja,  ele  criou  o  arquivo
‚ o poder dele de mudar os atributos em rela‡&Aelig;o  ao arquivo.  O
root ‚ dono  de  tudo e de todos (ele estrapola a definição),
logo a qualquer momento pode alterar qualquer dado sendo ele pertinente ou
n&Aelig;o.

H ! Eu já estou habituado com os números, ent&Aelig;o acho muito mais
rápido ;) a página do chmod explica muito bem os conceitos  por
tanto utilize ''man chmod''.

Muito importante: Se você até o momento não colocou  uma  senha
na sua conta de root faça isto agora, usando o comando passwd
(se estiver  logado  como  root é  claro,  caso contrário,  irá
trocar a senha do usuário ao qual se encontra logado).

Por Favor, evite senhas banais como o nome do cachorro,  o nome
da namorada, palavras chulas  são sempre  mais  faceis de serem
quebradas e descobertas. Põe  uma com  caracteres  númericos  e
letras. exemplo: OSEATas12h, díficil de decorar?? Que nada veja
a frase e compare com o exemplo da senha "O Sol é Amarelo  Todo
as 12 horas". ;)

Obs: Se na hora da instalação do seu Linux, vocç marcou
a opção de Shadow, ele aumentara a proteção em
relação ao arquivo de password (/etc/passwd) criando um arquivo
em conjunto chamado de shadow (/etc/shadow) e toda vez que você criar um
novo usuário ou mudar a senha ele irá oferecer uma melhor proteção.
Vale a pena instalar.

O comando  rm é  utilizado  para remover  arquivos,  caso  você
queira remover um  diretório deverá usar "rm -R diretório", mas
PRESTE BASTANTE ATENÇÃO,  para não  remover  um  diretório  que
contenha arquivos do seu interesse ou que seja do sistema.
Ao contrário do DOS o rm -R não têm a famosa  perguntinha "você
têm certeza que quer remover o diretório (s/n)".

rmdir - remove o diretório desejado, tome cuidado com ele.

mkdir - cria um diretório.

cp - copia arquivos.

O comando mv move um arquivo ou diretório para  outro local  ou
para outro arquivo, no entanto deve ser colocado toda a  arvore
de  mudança  mesmo  se o  arquivo  seja  movido  para  o  mesmo
diretório com um nome diferente.

O  comando  more  exibe  o  conteudo  de uma arquivo páginando,
diferente do  ambiente DOS  onde  usamos  "type arquivo | more"
dentro do  Linux  podemos  usar simplismente "more arquivo", ou
qualquer quando sabemo que uma determinada função  poderá gerar
uma saída grande que correrá na tela, usamos "| more".

Note: Na verdade, a grande genealidade não é o "more" mais  sim
este  benevolente  sinal "|"  ou  pipeline  que redireciona uma
execução para um outro comando.
Ex1. "cat arquivo | more" (vide cat)
Ex2. "cat arquivo | grep buick" (vide grep)

cat - exibe, concatena ou edita um novo arquivo.
Ex1. cat > arquivo -  cria o  arquivo, é muito  pobre a edição,
pois não é possível reeditar o arquivo ou mover-se. Para fechar
o arquivo "Control+D".
Ex2. cat arquivo - exibe o arquivo, lembre-se do que  eu  disse
sobre o more? Se o arquivo fosse muito grande???  Aqui  podemos
usar o more da seguinte forma
Ex2.1 cat arquivo | more
Ex3. cat arquivo1 > arquivo2 - Copia  o  conteúdo  do  arquivo1
para o arquivo2 sendo que se este não existir ele irá o  criar,
caso o exista todos os dados dentro do arquivo2 serão perdidos,
então por vias da duvidas  quando for  necessários   concatenar
arquivo use SEMPRE "cat arquivo1 >> arquivo2", assim  ao  menos
você não perderá o conteúdo do arquivo2. ;)

pwd -  Exibe o diretório corrente ao qual você se encontra.

who - Exibe as pessoas logadas no momento na máquina.

df - Exibe o espaço de hd's montados em seu sistema.

free - Exibe a memória  do sistema, bem como a área de Swap  do
Linux, caso o seu sistema o tenha.

exit - Fecha a sessão.

ls - Exibe os arquivos.
Obs: Para ver todos os atributos dos arquivos (vide chmod)  use
as opções ls -l.
Curiosidade dos Unix:  Todos os arquivos  que  tem um ponto "."
antes do ínico do nome fica escondido. Exemplo o .forward, para
ve-los nas listagens voce devu utilizar "ls -la".

Dica: Habitue-se a sempre usar "ls -la" seguido do nosso  amigo
"more", "ls -la | more"

grep - Existe alguns comandinhos muitos úteis um deles é o grep
que faz a pesquisa dentro de um arquivo e apresenta o resultado
da pesquisa.
Ex1. "cat arquivo1 | grep buick" , neste caso o cat  exibirá  o
arquivo1, o nosso amigo pipeline "|" redirecionará  ao  grep  e
este  terá  a  função de buscar a palavra  "buick"  em  todo  o
arquivo, interessante, não achas? :)

No ambiente Linux/Unix  sempre  temos que compactar arquivos ou
descompacta-los  dois  programas  são muitos utilizados tar e a
 dupla gzip/gunzip.
Com o tar concatenamos todos arquivos em um so grande,  obtendo
todos os subdiretórios se for do nosso interesse e com  o  gzip
compactamos o arquivo tar.
Ex. tar -xvf ~/salva.tar  /home/*  - Com isto iremos  criar  um
arquivo "salva.tar" de todo o home e salvaremos este arquivo no
home do usuário que esta rodando o tar(espero que seja o Root).

Repare no til "~"  isto  indica ao  sistema o home do diretório
do usuário logado, se no  caso encontrar-se em outro diretório.
Veja  se  estivessemos  no diretório "/etc" e quisemos fazer  o
comando acima, não precisariamos ir para o nosso diretório para
salvar o arquivo ou colocar todo o caminho.

Agora basta usar o gzip "gzip ~/salva.tar ~/salva.tgz",   assim
fica facil de sabermos que é um arquivo compactado com o gzip e
usamos o tar.

Dica: O  Linux  tem o comando  "file" com ele podemos saber com
que padrão o arquivo foi criado, seja ele uma imagem,ascii,etc.

Para descompactar? Simples use o seguinte comando:
"gunzip -c ~/salva.tgz | tar -xvf -"

repare que o sistema não irar descompactar o  arquivo  no local
correto ou seja em relação a raíz mais dentro do  usuario  root
(ou ao qual se referir o "~"). Isto porque eu quero evitar  que
você faça qualquer besteira ;)

Nota:  Tambem  podemos  usar o comando " tar -zxvf ~/salva.tgz"
para descompactar, porque o não disse antes?   Simples,  queria
que você reparesse na importancia do pipeline "|".

O Linux  tem  um  visualizador  de  imagens, no console  que  é
incrivel e pode estar instalado em seu sistema chama-se zgv, no
ambiente  X window que acompanha o seu sistema Linux existe   o
conhecido xv.

O Linux vem com um pacote chamado Mtools, que é são comandos
para facilitar os usuários que ainda estão ligados no DOS.

Comando em Linux =  Comando em Dos
 mmattrib        =   attrib
 mdir            =   dir
 mcopy           =   copy
 mdel            =   del

Chame o 'man' (man mtools).... :)

5. Avançando no Linux

Aqui irá conter alguns macetes básicos como montando disquetes,
montando um CD e montando um cd-rom para o ftp, link simbólicos
o os scripts no /etc/rc.d, conectando ao seu provedor junto  um
script básico, usando o VI para edição de arquivos, adicionando
e removendo usuários.
------Desculpe-me falta termina-lo -----------


6. O LiLo e você
   6.1 Instalando o LiLo
   6.3 Opções importantes do LiLo
   6.2 Removendo o LiLo
------Desculpe-me falta termina-lo -----------


7. Copilando o Kernel
   Segundo as suas necessidades, Leitura fundamental
   HowTo Kernel.
------Desculpe-me falta termina-lo -----------


8. Placa de Rede padrão Ne2000 e como fazer o LiLo reconhe-la
   Segundo as suas necessidades, Leitura fundamental
   HowTo Kernel, HowTo Net-2.
------Desculpe-me falta termina-lo -----------

9. Usando o seu Linux numa pequena rede caseira
   Criando uma rede caseira e usando o Linux como
   porta de acesso a InterNet. Leitura fundamental: HowTo DNS,
   HowTo Kernel, HowTo Net-2, HowTo Firewall.
------Desculpe-me falta termina-lo -----------

10. Criando serviços caseiros
   Gopher, Majordomo, WWW, Wais, IRC dentro de sua rede caseira
   e modelando o seu FTP anônimo.
------Desculpe-me falta termina-lo -----------

11. Um pouco de segurança
   Fechando o telnet  para  a sua rede,  controlando acessos ao
   seu sistema, bloqueando portas, WWW somente com controle  de
   IP-Reverso, Firewall.
   Leitura fundamental: HowTo DNS, HowTo Kernel, HowTo Firewall
   HowTo Shandow
------Desculpe-me falta termina-lo -----------


12. Ambiente X Window
------Desculpe-me falta termina-lo -----------

E o mundo é seu!!!

[Help OnLine] [Distribuições] [Novidades] [Eventos] [Usuários] [Aplicativos] [Hardware] [Projetos] [Vendedores] [Serviços]
[Linux Brasil]
WebSite Design: Buick
Copyright © 1997-1998 - Buick. All Rights Reserved.
[Linux-Org]